As medidas adotadas pela Câmara dos Deputados para reduzir os gastos com passagens aéreas vão gerar uma economia anual de R$ 17,88 milhões, segundo cálculos da Casa. A economia mensal será de R$ 1,49 milhão. As informações são da Agência Câmara.
De acordo com a Diretoria Geral da Câmara, a economia anual com o corte de 20% na verba com transporte aéreo será de R$ 15,548 milhões (R$ 1,296 milhão por mês). Já com a eliminação da cota adicional de passagens para os integrantes da mesa diretora, a redução por ano será de R$ 2,338 milhões, e mensal de R$ 194.869.
Nesta tarde, o presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP) confirmou que não irá submeter mais a Plenário as novas regras para restringir o uso de passagens aéreas e moralizar a imagem da Casa.
Reunidos na residência oficial do presidente da Câmara, em Brasília, Temer e líderes congressistas decidiram que os deputados terão direito a quatro passagens de ida e volta de Brasília ao Estado de origem por mês e não poderão mais acumular créditos não utilizados.
Assessores dos parlamentares poderão viajar com as passagens da Casa a trabalho, após comunicarem a mesa diretora. Os líderes não terão mais o benefício de 25% a mais nas passagens por ocuparem a função.
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